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Posts Tagged ‘HIV’

ImagemNesta coluna do Portal SiJoga falamos sobre as drogas mais utilizadas em baladas, seus efeitos de recreios e efeitos colaterais. Não temos a intenção de fazer qualquer tipo de apologia ou estimular o uso. Se você se propõe a usar algo, então, é melhor saber o que você está usando. Muitas pessoas perdem a vida ou caem em situações perigosas por falta de informação.

Você conhece a KEYLA?

Ketamina

O que é? Ketamina é também conhecida como K (quêi), key, special K e vitamina K.K é um anestésico – às vezes é citado como ‘tranqüilizante de cavalo’. É uma das substâncias usadas em danceterias ou durante o sexo.Ketamina vem em forma de pó ou líquido que é secado para fazer o pó.

Usando K

Sob a forma de pó, o K pode ser cheirado (conhecido como ‘dar um bump’) ou adicionada a bebidas (mas não com álcool). Ele pode ser fumado se o pó for misturado a maconha ou cigarro. O pó de ketamina pode também ser misturado a água e injetado num músculo (mas nunca numa veia). K pode vir também na forma de pílulas.

Altos e baixos

Ketamina pode aumentar seu nível de energia (em doses pequenas) ou fazer você se sentir chapado, anestesiado, não sentir o corpo, ou flutuando num estado de sonho. O K pode causar alucinações e e o sentimento de estar fora do corpo (às vezes descrito como entrar numa realidade diferente, encontrar Deus, extra-terrestres, etc).Os efeitos duram de 45 minutos a uma hora e meia, se cheirado e até 3 horas se injetado ou engolido.Os efeitos colaterais do K incluem tontura, náuseas, vômitos (perigoso pois você pode engasgar no seu vômito se você desmaiou), se sentir desorientado, visão embaçada e fala embolada.Uma dose grande o suficiente pode te tirar a noção do que está em volta e de si mesmo. Isto é conhecido como ‘K hole’ (quêi-rôul) e dura até uma hora e meia. Você sente que é difícil ou impossível se mover ou falar. Engolir ou respirar pode ficar difícil.

Um relacionamento a longo prazo?

Mortes por overdose são raras, mas você pode se tornar tolerante ao K, com uma maior quantidade sendo necessária para ter os mesmos resultados. Algumas pessoas ficam dependentes.Usar ketamina por um longo prazo pode causar ansiedade, depressão, pensamentos em suicídio ou perda de memória.

Ketamina com outras drogas

Depressores (‘relaxadores’ como álcool, GHB/GBL, Valium, barbitúricos) – como o K e outros depressores reduzem as funções do corpo, o efeito combinado pode te deixar inconsciente e/ou reduzir sua respiração para níveis perigosos.

Coquetel anti-HIV – alguns deles, especialmente os inibidores de protease, podem aumentar o nível de ketamina no seu corpo. Cigarro/maconha – fumar cigarros ou baseados trazem o risco de fogo (se K te deixar incapaz de se mover) ou queimaduras (se o efeito anestésico te impede de sentir uma queimadura).

É bom saber: Alguém num ‘K hole’ deve ser tirado do lugar com música e luzes claras, e tranqüilizado de que isto vai passar em breve e que ele ficará bem.Injetar K deve ser evitado. É mais fácil de criar dependência ou dar uma overdose.Se você compartilha seringas e agulhas há um risco real de pegar ou passar infecções como HIV ou hepatite C. Injetar pode também causar abscessos na pele, contaminação do sangue, coágulos sangüíneos perigosos ou infecções do coração.O K deve ser evitado por pessoas que têm ataques emocionais, pressão sangüínea alta ou problemas do coração ou do fígado.

Todo o conteúdo desta matéria Que Droga é Essa? é fornecido para informações gerais, não pode ser tratado como aconselhamento profissional. Este artigo não é responsável por qualquer diagnóstico feito por usuários a partir das informações contidas aqui. Sempre consulte seu médico se tiver qualquer dúvida ou preocupação com sua saúde.

Esta matéria foi extraída dos sites abaixo.http://www.quedroga.com.br/
http://www.hbo.com/addiction/understanding_addiction/
http://www.bbc.co.uk/health/emotional_health/addictions/
http://www.erowid.org/chemicals/

NÃO USE DROGAS, USE MÚSICA! FAÇA SEXO SEGURO. USE CAMISINHA!

Por Esley Zambel*


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Este é um artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo desta Terça Feira 01/12 o infectologista Caio Rosenthal e o ativista Mário Scheffer discorrem um excelente texto sobre “a longa exposição aos coquetéis de remédios, o envelhecimento dos pacientes e a complexa interação farmacológica com outras drogas usadas para tratar as “novas” doenças exigirão esforços de médicos de diversas especialidades e de equipes de saúde multiprofissionais” a face oculta desta doença esta exposta neste espaço. Espero que faça bom uso dele.

 

A face oculta da Aids (Tendências/Debates)

CAIO ROSENTHAL e MÁRIO SCHEFFER

Se comparados com a população que não tem o HIV, os indivíduos infectados passaram a ter problemas de saúde que nos surpreendem

MAIS DE uma década após a chegada dos medicamentos que compõem o tratamento eficaz, a infecção causada pelo HIV ganha novos contornos, e a determinação de prolongar a vida a todo custo convive com situações que começam a preocupar pacientes e médicos.

Com mais de 30 drogas potentes disponíveis no mundo para combater o HIV, grande parte das pessoas em tratamento consegue manter por décadas o vírus em níveis indetectáveis na corrente sanguínea. As gravíssimas doenças oportunistas tornaram-se raras, e a mortalidade foi estabilizada em aproximadamente 30 óbitos por dia no Brasil.

A Aids, no entanto, passou a revelar uma face oculta. Se comparados com a população que não tem o HIV, os indivíduos infectados -mesmo aqueles sob terapia antirretroviral bem-sucedida- passaram a ter problemas de saúde e doenças que nos surpreendem. São complicações não relacionadas diretamente à Aids, e sim à replicação do HIV, ao permanente estado de atividade inflamatória e aos níveis de supressão imunológica aos quais os pacientes estão sujeitos.

Crescem os casos de câncer e de doenças renais, devido aos estragos perenes produzidos pelo HIV no organismo, mesmo após anos de controle do vírus com o tratamento. As doenças do fígado, igualmente em ascensão, estão associadas à coexistência de Hepatites virais, ao uso abusivo de álcool e aos próprios antirretrovirais.

Precoces e mais frequentes, a hipertensão arterial, a diabete e as altas taxas de colesterol e triglicérides também acompanham a evolução da sobrevida dos indivíduos HIV positivos.

Os medicamentos deram a oportunidade de as pessoas viverem plenamente, e essas alterações recentes revelam que não conhecíamos a história natural da infecção pelo HIV em toda a sua extensão.

A longa exposição aos coquetéis de remédios, o envelhecimento dos pacientes e a complexa interação farmacológica com outras drogas usadas para tratar as “novas” doenças exigirão esforços de médicos de diversas especialidades e de equipes de saúde multiprofissionais.

É um cenário preocupante para o programa brasileiro de Aids, que não expandiu no Sistema Único de Saúde (SUS) nem a solução de problema mais antigo, o tratamento da lipodistrofia -a redistribuição de gordura corporal que estigmatiza parte das 200 mil pessoas com HIV e Aids tratadas com antirretrovirais no país.

Não apenas na assistência exige-se a atualização das respostas governamentais. Na outra ponta, na prevenção, é preciso recuperar o foco. O Ministério da Saúde erra ao reforçar a noção de interiorização da doença no Brasil, sem dizer que a ocorrência de casos nas pequenas cidades continua sendo irregular e de baixa magnitude. É preciso agir no interior, mas os grandes centros acumulam mais da metade dos casos de Aids, e muitas capitais não têm programas à altura dessa concentração.

Pela primeira vez, pesquisas mostram a redução do uso de preservativos, e consolidou-se o aumento da incidência da doença em mulheres jovens e homens gays de 13 a 24 anos, para citar dois exemplos de populações vulneráveis e de prioridades esquecidas.

O governo federal repassa recursos para Estados, municípios e ONGs, mas a limitada cobertura dos projetos, a baixa execução orçamentária e a ausência de monitoramento demonstram os impasses da política descentralizada. O dinheiro público não chega ou não é gasto onde o HIV mais se propaga.

A cada mudança da epidemia, há o risco de a sociedade se distanciar ainda mais da compreensão da Aids. A demora das políticas públicas em enxergar novas realidades pode significar mais infecções, prejudicar os doentes e gerar discriminação e violação de direitos, o que ainda persiste no trabalho, no convívio social e até em serviços de saúde.

Fosse diferente, não estaria em pauta na Câmara dos Deputados a aprovação de lei que criminaliza o preconceito contra as pessoas que vivem com HIV. As insídias da Aids, certamente um dos mais complexos desafios da humanidade, não admitem hesitações e vacilos das autoridades.

CAIO ROSENTHAL , médico infectologista, é membro do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo.

* MÁRIO SCHEFFER, comunicador social e sanitarista, pós-doutorando do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP, é presidente do Grupo Pela Vidda-SP.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

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Estamos falando de 30 óbitos por dia no Brasil, mulheres jovens e homens gays de 13 a 24 anos fazem parte dos grupos mais vulneráveis e de prioridades esquecidas.

 

Os jovens não participaram do BOOM da AIDS nos anos 80 e 90 e não sabem o estrago que esta doença causou. Muitos deles acham que caso sejam infectados basta tomar um remedinho que tudo se resolve e como lemos acima a realidade é outra.

 

Para a coordenadora de projetos da Sociedade Viva Cazuza, Christina Moreira, os jovens são os mais vulneráveis a novas infecções, mas descuidam da prevenção.

 

Cada dia mais esta em alta as festas que promovem o sexo coletivo e que dispensam o uso do preservativo. A brincadeira de “Roleta Russa” esta presente, basta entrar em sites de relacionamento ou salas de bate papo de todo País que sempre tem alguém promovendo o SEXO SEM CAMISINHA o famoso Barebake – Pessoas fujam deste golpe, é arriscar a vida com uma transa.

 “O sexo acaba mais a vida continua, com ou sem AIDS a vida continua” diz  O ex-DJ Cláudio Santos de Souza, 45 anos, é soropositivo há 15 anos e diz que frequentemente recebe informações sobre a negligência dos jovens na prevenção. “Há festas no Brasil onde se faz sexo desprotegido com vários parceiros. (…) Eles se arriscam porque talvez não saibam a complicação que é o tratamento.”

Souza coordena voluntariamente um site, o Soropositivo.org, no qual há espaço para discussão das questões relacionadas à doença e à sexualidade. (trecho extraído do site G1)

 

A falta de conhecimento ou a negligência são os maiores ofensores da luta contra o HIV. Basta sair na noite que os convites chegam para festinhas pós baladas, jovens que se drogam a noite toda se reúnem e praticam sexo sem cuidado algum.

 

Se prevenir é uma questão de respeito com você mesmo. É amor próprio.

 

A AIDS não tem rosto, não tem cor, raça nem religião.

 

Sexo só com camisinha!

 

Dica do Post – Na falta de camisinha fique na pegação, guarde o SEXO pra depois. Acessem  – http://www.aids.gov.br/main.asp?View={CEBD192A-348E-4E7E-8735-B30000865D1C}&Mode=1

 

 

Fonte de pesquisa  – http://www.agenciaaids.com.br/site/default.asp

 

 

 

Esley Zambel* Se Prevenir é tendência – Entre na moda você também.

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